De volta pra casa

Como se revisitasse sólidaA doçura do meu afetoAquela estrela amanhecidaMe tomou inteira nos teus olhosO mundo curtia ao longeA tua senda envaidecida de saudadeTeu inexato signo da morteVerdade que tomada ao ventoFoge ao meu caminhoQue tão íntimo ao teu, agora,Se dobra na curva extática do infinito Como se faltasse um nomeUma palavra têxtil me tomouContinuar lendo “De volta pra casa”

Metalinguagem

Meu paradeiro hojeUm espelhoNarcisismo da exaustãoNão ouse querer encontrarO meu ego na multidãoEstou sóComo só os exaustosSabem sê-loCom o corpo mais arrasadoQue a natureza concebeuQue não suporta a luz, o caosFadiga de coliseuIncapaz de tolerar o traço mal feitoE a palavra mal dita Para seu governo tortoFaço poesia com a matéria vidaNum banco de metrôNoContinuar lendo “Metalinguagem”