Imoral e física

Sou fagulha de solNa direção do improvávelTudo o que imaginoRealizoE minha aura radiante paiolVeste túnicas de cetim sanguíneo Há que se considerar que,Afoita,Jamais manseioE que, carregada de arpejos,Não me entrego a qualquer fatoHoje, avalio ontemRepensoEstratégia me fazO tempo me ensinou a ser selvagemE a catarse dos momentosA manter foco em arte Sou arma de forteContinuar lendo “Imoral e física”

Carta a quem interessar

Não me importam as tuas narrativasMas o que dizem as entrelinhasAs fotos que publicasOs poemas que recordasAs músicas que gostasNão me dizem nadaNão sou fã das aparênciasProcuro o que escapa no teu gestoA significância do que mostrasE o desejo por trás de tuas apostasNão me interessamA voz bandida ou de anjoSe tu te achas doContinuar lendo “Carta a quem interessar”