O universo das coisas não publicadas

Sento-me diante delaA quem costumamos nomear vidaE à rosa subsiste seu nome Deixo de lado cetro e vaidadeAcomodo-me em seu sítio forteOnde trono é tronco de árvore Ela me solicita despir-meAbandonar os livros e a razãoPara ouvir o que grita Recolho os meus sentidos e os vaziosMeus demônios dizemQue talvez não valha a pena UmaContinuar lendo “O universo das coisas não publicadas”