Biografia

Olá! Sou Vanessa Rocha, uma trabalhadora da palavra escrita, ouvida, lida e falada. Bem-vinda e bem-vindo!

Nasci na cidade serrana de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, em 1980. Atualmente, moro em Niterói/RJ. Mas estou sempre com um pé em várias partes do Brasil e do globo. Tenho na escrita e na pesquisa minhas principais atividades. Por muitos anos escrevi poesia. Atualmente, me dedico à ficção (romance) e mais especialmente ao ensaio, pensando a literatura, o audiovisual e temas gerais da sociedade pelo olhar da psicologia analítica e da filosofia.

Sou doutoranda em Ciência da Religião pela UFJF, na linha de pesquisa de Filosofia e Psicologia, onde pesquiso a função psíquica do arquétipo da Sombra em nossa relação com o sagrado, e pós-graduanda em Psicologia Analítica, depois de anos de estudos autodidatas da obra de Carl Jung. Mestra em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ) e bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (IACS/UFF), tenho o Teatro como primeira formação, em curso técnico na UFF. Também estudei canto entre 2007 e 2013. Em 2008, fui bolsista do Ministério da Cultura espanhol no curso Economía de la Cultura y Cooperación Internacional na Universidad de Valladolid (Valladolid, Espanha). Em 2005, estudei a Biologia do Conhecer do neurocientista e biólogo chileno Humberto Maturana, quando conheci o cientista. Desde 2001, estudo e pratico o Yoga. Nos últimos anos, comecei a estudar Vedanta e desde 2015 aprofundo minha prática em Dakshina Tantra Yoga. Possuo ainda cursos livres em Psicanálise e em Comunicação Não-Violenta. Gosto de estudar, isso é um fato!

Em 2020, lancei meu primeiro romance, A Estrada da Saudade, como e-book Kindle pela Amazon-KDP, que será lançado impresso em 2022. Em 2007, lancei meu primeiro livro, Novelo, pela Editora Multifoco, coletânea de poemas e contos. O segundo foi publicado em 2013, pela Editora Mundo das Ideias, Poemas em carta e outras poesias. Desenvolvi ainda textos para atuação e declamação, tendo adaptado para monólogo o clássico Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, encenado em 2016, e criado textos poéticos originais que foram interpretados com orquestras em espaços como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cidade das Artes, Sala Cecília Meireles, entre outros.

Atuo também como terapeuta, em atendimentos individuais, e como professora em cursos livres. Fui professora universitária entre 2007 e 2012 no Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense e no curso de Marketing e Entretenimento da Escola Superior de Propaganda e Marketing/ESPM do Rio de Janeiro.

Por 20 anos, construí uma carreira como produtora artística e cultural, sendo responsável pela coordenação e produção de inúmeros projetos nas áreas de Música, Literatura, Pensamento, Cinema, Artes Cênicas e Artes Visuais. Fundei e dirigi a empresa de projetos e captação Trevo Criativo e sou cofundadora da Orquestra Johann Sebastian Rio, na qual atuei como diretora executiva entre 2014 e 2019. Sou produtora cultural concursada na UFRJ (atualmente em licença), onde trabalhei no Fórum de Ciência e Cultura como coordenadora de projetos e na Escola de Música da UFRJ como diretora de produção da Orquestra Sinfônica.

Como performer e atriz, atuei em montagens independentes com textos clássicos, liderei duas bandas musicais como vocalista e letrista e interpretei poemas em saraus e concertos, com foco na literatura em língua portuguesa e especial atenção à obra de Fernando Pessoa e de Sophia de Mello Breyner. Também atuei como Riobaldo no monólogo adaptado de Grande Sertão: Veredas.

Em 2020, fundei a Medicina das Palavras, empresa de educação e cultura voltada ao autoconhecimento e ao desenvolvimento de relações mais autênticas e empáticas.

Por fim, posso dizer que sou devota da natureza em suas expressões múltiplas. Como para Einstein, meu Deus é o Deus de Spinoza (ou seja, a Natureza), “que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe”. Também sou amante das artes, o que meu currículo não nega, mais especialmente do cinema, da literatura e do teatro. Já a música é meu outro, a minha eterna frustração e sombra que, agindo na dança dos opostos, insiste em me trazer luz.

Foto: Ana Clara Miranda
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