Poema sensorial – ou da sensualidade universal

um suspiro e eu derreto como relógio de dali lentamente vem chegando com o ar quente cheiro de musgo a tocar minhas narinas como se fosse a mais bela das criaturas da natureza e com que sensualidade a água bate na rocha à beira da praia em dia de profundo silêncio esse que toca dentroContinuar lendo “Poema sensorial – ou da sensualidade universal”