Não analise, celebre!

Após o lançamento do documentário Wild Wild Country, Osho virou um dos assuntos mais comentados entre os viciados em séries da Netflix. E também nas redes sociais. Quanto a ele, as questões que fazem com que agora, de uma hora pra outra, estejam pipocando críticos ferrenhos em grau máximo de ódio, são as mesmas queContinuar lendo “Não analise, celebre!”

"Tudo o que é criado é infinito": uma carta à Gabriel

Querido Gabriel, se colocássemos o tempo que você está entre nós na escala de tempo do universo, poderíamos dizer que você passou a existir no tempo de dez elevado a menos quarenta e três segundos, ou seja, na menor das unidades de tempo da física. Eu espero que quando você crescer, as escolas já estejamContinuar lendo “"Tudo o que é criado é infinito": uma carta à Gabriel”

Humano, demasiado humano…

Hoje, voltando para a casa, me peguei metafísica. Pensava na vida, como quem olha pra muito longe. E eu realmente olhava. Pela janela do metrô. De onde não se vê nada, a não ser dentro de si mesmo – um lugar longe… Por alguns instantes, fiquei tentando encaixar as peças de um nebuloso quebra-cabeças aoContinuar lendo “Humano, demasiado humano…”

Aos nossos contadores de história que se foram…

Ariano Suassuna, que nos deixou hoje, disse certa vez: “o homem nasceu para a imortalidade. A morte foi um acidente de percurso”. Em poucos dias, a morte chegou para três grandes pensadores e escritores brasileiros: João Ubaldo Ribeiro, Rubem Alves e o próprio Suassuna. Tive a sorte de conhecer dois deles: João Ubaldo e Suassuna.Continuar lendo “Aos nossos contadores de história que se foram…”

Petrópolis, uma cidade de saudade

A minha Petrópolis e a Petrópolis de sempre Petrópolis, cidade da serra fluminense conhecida como Cidade Imperial, é uma daquelas cidades brasileiras que costumam encantar pessoas em busca de uma experiência de Brasil mais europeia. Frio, neblina, pinheiros, casarões imponentes, catedral de arquitetura gótica, histórias de monarcas, jardins bem ornamentados, uma coroa incrustada de pedrasContinuar lendo “Petrópolis, uma cidade de saudade”

Entre medianeras e amores líquidos, é carnaval!

É noite de domingo. Um domingo de carnaval e Oscar. Resolvi escrever sobre relacionamentos. Nada a ver? Tudo a ver! É um bom tema para o carnaval. E também para o cinema. De fato, este é um bom tema para um texto a qualquer hora. Garante leitores e boas tiradas! Mas, diria uma amiga ligadaContinuar lendo “Entre medianeras e amores líquidos, é carnaval!”

Do desejo e do desapego

Pequenos momentos podem ser grandes momentos, quando capazes de ampliar a vida, de torná-la mais bonita e mais leve. E talvez sejam os pequenos momentos os que mais deem sentido à vida. Um abraço, um cafuné, um bom café, uma boa noite de sexo, encontros, reencontros, olhares, fazer uma comida pra quem se gosta, oferecerContinuar lendo “Do desejo e do desapego”

um ano depois…

Escrever é um vicio terrível, daqueles quase incontroláveis, químicos. Dá trabalho, cansa, me faz dormir tarde demais (porque quando começo só consigo parar quando sinto que o texto, como uma gestalt, se fechou…). Mas eu não sei viver sem… Porque é também a minha forma de digerir e processar as coisas. Sempre que o cotidianoContinuar lendo “um ano depois…”

Hoje eu quero o amor mais profundo: meditação de uma Thaís brasileira e contemporânea distante da conversão

Um ensaio sobre o feminino e o masculino, arte e sociedade, a partir de uma autonarrativa afetiva Na introdução da minha dissertação de mestrado falo muito sobre minha história. Quase sempre, quando escrevo, falo de mim, mas não por um egocentrismo. É tão somente porque não consigo falar do mundo sem falar da minha experiênciaContinuar lendo “Hoje eu quero o amor mais profundo: meditação de uma Thaís brasileira e contemporânea distante da conversão”

O poeta inventa viagem, retorno e morre de saudade

Saudade deve ser uma herança que carrego dos antepassados portugueses. Sinto saudades de tudo, até do futuro. Ao menos é o nome que dou a uma certa ansiedade que se mistura a um sorriso bobo de quem gosta do que viveu ou do que vai viver, mesmo sem saber exatamente o que virá ou semContinuar lendo “O poeta inventa viagem, retorno e morre de saudade”